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PLANTÃO TELEXFREE (NOTICIAS ATUALIZADAS)
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NOTICIAS TELEXFREE !!


Dia 14 De Novembro!! A grande vitoria está por vim, Aguardem!!




PLANTÃO TELEXFREE (Nº16) UMA GRANDE VITÓRIA



 

Telexfree vai propor à Justiça deixar de cobrar taxa de adesão, diz sócio

Gratuidade, apresentada como prova de que empresa não é pirâmide, vigoraria por 90 dias!!

Vitor Sorano - iG São Paulo | 18

 

 

 

Bloqueda há 58 dias, a Telexfree vai propor à Justiça deixar de cobrar pela adesão de novos associados durante um prazo de 90 dias. Isso, argumenta um dos sócios, serviria para provar que a empresa se sustenta da venda de serviços. E não, como entende o judiciário do Acre, uma pirâmide financeira mantida de pé pelas taxas de adesão.

A proposta foi apresentada na noite desta quarta-feira (14) por Carlos Costa, sócio da Telexfree, em vídeo publicado numa rede social, dois dias depois de a empresa sofrer a 10ª derrota no processo que congelou suas atividades. Investigado criminalmente em dois Estados, Costa tentou mas não conseguiu obter um habeas corpus para evitar uma eventual prisão preventiva.

"Eles dizem que nosso negócio se mantém com a entrada de novos divugaldores [ nome dado aos associados da empresa ]. Nessa nossa proposta nós vamos pedir um prazo de 90 dias só trabalhando nessa forma e, nesse período de 90 dias, a Ympactus do Brasil [r azão social da Telexfree ] vai aceitar cadastro de novos divulgadores gratuitamente, de graça", disse Carlos Costa, condicionando o plano à aceitação pela Justiça.

'R$ 40 mil por mês' 

A Telexfree informa comercializar pacotes de telefonia VoIP por meio de marketing multinível. Para entrar na rede de divulgadores, os interessados devem pagar taxas de adesão que variam de US$ 299 a US$ 1.375.

A promessa é de lucros expressivos: no vídeo divulgado nesta quarta-feira (14), Costa mostra um exemplo em que o divulgador poderia ganhar, ao montar uma rede, US$ 19 mil, "algo perto de R$ 40 mil por mês", com a venda de pacotes de telefonia VoIP que custam US$ 49,90.

De acordo com os sócios, o modelo já atraiu cerca de 1 mihão de divulgadores no Brasil e 2 milhões em todo o mundo.

O Ministério Público do Acre (MP-AC), porém, argumenta que a Telexfree é uma pirâmide financeira, pois a maior parte do dinheiro que circula no negócio viria das taxas de adesão pagas, e não da venda de pacotes VoIP. Ou seja, quando a empresa não conseguisse mais cadastrar mais interessados para a rede, o sistema ruiria.

A Justiça do Acre aceitou essa denúncia e, em 18 de junho, determinou o bloqueio das contas da empresa e dos sócios : Carlos Costa, Carlos Wanzeler, Lyvia Wanzeler e James Merryl. O último recurso – a 10ª derrota – foi negado no último dia 12 pela 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) .

No vídeo desta quarta-feira (14), Costa afirma que a empresa deve recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) assim que o acórdão da decisão. O STJ já negou um recurso contra a empresa .

BBom, Priples, Multiclick 

O caso Telexfree chamou a atenção para que o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, chamou de "febre" de empresas com indício de serem pirâmides financeiras. Ao todo, 31 estão sob investigação em todo o País.

Além da Telexfree, tiveram as atividades bloqueadas a BBom e a Priples . A BBom também nega irregularidades e o advogado da Priples não se manifestou à época do congelamento das atividades. A Multiclick , como mostrou o iG , também é alvo de inquérito e tentou impedir um eventual bloqueio na Justiça, mas teve a solicitação negada. Seu advogado também não se manifestou sobre o fato.


NOTICIAS TELEXFREE!!

 

Telexfree: Ministério Público orienta divulgador a não entrar com processo

Órgão sugere esperar decisão na ação coletiva; ao menos 176 pessoas já foram à Justiça

Vitor Sorano - iG São Paulo  - Atualizada às 



O MInistério Público do Acre (MP-AC) pede para os divulgadores da Telexfree não entrarem com ações individuais para tentar reaver o que investiram na empresa. A orientação, feita por meio de nota nesta segunda-feira (29), é para que eles aguardem o resultado da ação civil pública (ACP) movida pelo órgão, que prevê o ressarcimento, na medida do possível, de todos os que colocaram dinheiro no negócio.

A Telexfree é acusada pelo MP-AC de ser, possivelmente, a maior pirâmide financeira do País. Seus representantes negam irregularidades e afirmam ser uma empresa que comercializa pacotes de telefonia por internet (VoIP, na sigla em inglês) por meio de uma rede de marketing multinível que conta com cerca de 1 milhão de divulgadores, segundo Carlos Wanzeler, um de seus fundadores.

Nesta segunda-feira (29), o iG mostrou que, até a semana passada, a Telexfree já era alvo de ao menos 176 processos de divulgadores , que pediam R$ 2,8 milhões em verbas investidas, lucros não pagos e, em muitos casos, indenizações por dano moral. Em outra ação, julgada no dia 19, um advogado de Mato Grosso conseguiu uma liminar que lhe reserva R$ 101,6 mil .

Veja também: 5 aplicativos para fazer chamadas de voz e vídeo de graça pela internet

Verbas bloqueadas

O número de ações disparou porque as contas da empresa foram bloqueadas no dia 18 de junho . O pedido foi feito pelo MP-AC com o argumento de garantir que o dinheiro possa ser devolvido aos divulgadores. Isso foi requerido na ação civil pública, apresentada pelo MP-AC à Justiça no dia 28 de junho .

Esse processo coletivo, porém, ainda não tem data  para ser julgado – tampouco há garantia de vitória do MP-AC. Além disso, o texto prevê que os divulgadores só recebam de volta aquilo que investiram, e a própria promotora Alessandra Marques, uma das responsáveis pelo caso,  acredita que talvez não seja possível devolver tudo a todos . Por fim, os lucros prometidos só serão pagos se sobrar algo, num eventual segundo rateio.

A vantagem de entrar com uma ação individual é que o divulgador pode conseguir reaver seu dinheiro mesmo que o MP-AC não consiga uma vitória na ação coletiva, segundo José Nantala Bádue Freire, do Peixoto e Cury Advogados. Além disso, nos processos individuais os divulgadores podem pedir – mas não significa que vão receber – eventuais lucros prometidos e não pagos.

Guardar comprovantes

Na nota, o MP-AC orienta os divulgadores a guardarem os comprovantes de pagamento e investimento e contrato firmado com a Telexfree. A promotoria argumenta ainda que não entrar com ação individual significará “economia de recursos” para o divulgador – que não precisará, por exemplo, pagar um advogado se não puder recorrer a juizados de pequenas causas.

Além disso, o texto que os pedidos individuais para intervir na ação coletiva movida pelos promotores apenas tumulturão o caso e retardarão o “fim esperado dos processos.”

Procurada, a Telexfre diz que o MP-AC não tem "legitimidade e interesse" para processá-la em nome dos divulgadores por eles não serem consumidores e, sim, investidores. Na nota enviada à reportagem, a empresa alega que, ao orientar os divulgadores a não entrarem com ação, a promotoria mostra ter conhecimento da "força das alegações e das provas da TELEXFREE."

"Confiamos plenamente na Justiça Brasileira e esperamos que o Ministério Público do Estado do Acre aja com bom senso e perceba o imenso mal que causou a milhares de famílias em todo o Brasil", diz a empresa, em nota.

 

Sócio dos EUA se pronuncia 

Pela primeira vez desde que as contas da empresa foram bloqueadas, a Telexfree divulgou um pronunciamento de um de seus fundadores, o empresário Carlos Wanzeler, que vive nos EUA e também teve as contas no Brasil bloqueadas.

Num vídeo publicado nesta segunda-feira (29) na página oficial da empresa numa rede social, Wanzeler – que também teve os bens bloqueados –, diz que a Telexfree tem mais de 1 milhão de associados no Brasil, e não 600 mil como dissera outro de seus diretores, em março. Em todo o mundo, são 2 milhões.

Aparentemente emocionado, o empresário defendeu que a empresa possui uma inspiração divina e disse confiar numa vitória na Justiça.

"Nós sabemos que essa empresa não é nossa, mas é Deus que colocou no comando. Eu tenho certeza que você, nós e mais de 1 milhão de pessoas no Brasil vamos conseguir e tenho certeza e confio na Justiça."

 

NOTICIAS TELEXFREE 

 

23/07/2013 12h00 - Atualizado em 23/07/2013 18h27

Protesto em apoio à Telexfree fecha acessos ao aeroporto de Brasília

Empresa é investigada por suposto esquema de pirâmide financeira.
Manifestação causou congestionamentos em vias de acesso a Brasília.


Manifestantes que apoiam a empresa Telexfree fecharam os acessos ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, na manhã desta terça-feira (23), causando transtornos a passageiros e a motoristas que passam pelo local. A empresa é suspeita de montar um esquema de pirâmide financeira. A Telexfree nega.

O protesto começou com uma carreata e se transformou em um bloqueio das vias, nos sentidos de entrada e saída do terminal. Às 11h, o engarrafamento na região por causa do protesto começava na altura do balão do aeroporto e causava reflexos em várias outras vias de acesso a Brasília, como a EPGU. Por volta das 11h30, os manifestantes liberaram uma faixa de cada sentido da via.

A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular. Os divulgadores da empresa alegam que a Telexfree sempre honrou seus compromissos. A empresa já recorreu das decisões da Justiça que impediam o funcionamento da empresa em alguns estados, como o Acre.

Cerca de 700 manifestantes participavam da manifestação por volta das 11h. Com faixas e cartazes, o grupo fechou as vias de acesso ao aeroporto. Com isso, passageiros deixavam os carros e táxis seguiam a pé para o  terminal, carregando as malas para não perder os voos.

Ao meio-dia, os manifestantes liberaram o acesso ao aeroporto e seguiram em carreata com cerca de 50 veículos para a região central de Brasília.

Com via de acesso ao aeroporto JK, em Brasília, bloqueada devido a manifestação de divulgadores da Telexfree, Passageircaminham para chegar aoi Aeroporto JK, em Brasília, passageiros caminham para não perder voo (Foto: TV Globo/Reprodução)

Com via de acesso ao aeroporto JK, em Brasília, bloqueada devido a manifestação de divulgadores da Telexfree, passageiros caminham para não perder voo (Foto: TV Globo/Reprodução)

Às 14h, um grupo de 12 pessoas ligadas à empresa se reuniu com o Ministério Público do DF para pedir que sejam liberados os pagamentos da empresa e também que os funcionários sejam autorizados a continuar a trabalhar enquanto durar as investigações sobre as atividades da Telexfree.

Segundo o divulgador Marcos França, 1,8 milhão de famílias dependem dos rendimentos da empresa. "Não iremos voltar para a enxada como o sistema quer", disse. "Estão querendo parar o modelo que mais faz milionários no mundo."

Investigação
Segundo o Ministério Público, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendores independentes que faturam em cima do percentual de vendas.

A Polícia Federal informou no início do mês que abriria uma investigação para apurar as suspeitas de atividades ilegais da empresa Telexfree (Ympactus Comercial LTDA). A determinação foi encaminhada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A pasta já havia anunciado, em junho, a instauração de um processo administrativo contra a companhia.

Desde o início do ano, a Secretaria Nacional do Consumidor apura denúncias contra a Telexfree encaminhadas pelos Procons estaduais e pelo Ministério Público do Acre. O Ministério da Justiça também analisa a suspeita de ofensa ao Código de Defesa do Consumidor, como falta de boa-fé nas relações de consumo e publicidade enganosa.

Em entrevista ao G1 no final de junho, o advogado da empresa, Horst Fuchs, negou qualquer ocorrência de fraude ou prática de pirâmide financeira.

"Vamos nos defender e colaborar com todas as investigações, como sempre fizemos, para mostrar que o que a Telexfree faz não é pirâmide e sim marketing de rede", disse o advogado". Já faz um ano que a empresa está sendo investigada, mas a questão é que não há no país uma legislação que trate de marketing de rede. Por isso, exortamos que o Congresso legisle sobre esta matéria", acrescentou. 

 

MPF recebe representantes da Telexfree para encerrar manifestação!!


O Ministério Público Federal do Distrito Federal divulgou uma nota nesta terça-feira (23) afirmando que recebeu representantes da empresa Telexfree com o objetivo de encerrar uma manifestação que impedia o acesso de carros ao aeroporto de Brasília. Cerca de 150 pessoas participaram do movimento, segundo a Polícia Militar.

De acordo com o MPF, os manifestantes alegaram que só iriam liberar o trânsito caso fossem atendidos pelo Ministério Público. Apesar de não investigar o caso, que é de competência dos MPs estaduais, nem de ter atuação judicial referente à empresa, o procurador da República Carlos Henrique Martins Lima recebeu os representantes da Telexfree.

Os manifestantes se mostraram insatisfeitos pela interrupção do funcionamento da Telexfree por determinação de decisão do Tribunal de Justiça do estado do Acre.

Atuando no Brasil desde março de 2012, a Telexfree vende planos de minutos de telefonia de voz sobre protocolo de internet (VoIP, na sigla em inglês), a empresa é acusada de prática de pirâmide financeira, modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

Além de não poder operar, a Telexfree também continua impossibilitada de realizar novos cadastros de divulgadores, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

 

PICUÍ SE ORGANIZA PARA REALIZAR MANIFESTAÇÃO NESTA QUARTA FEIRA (24):



22 DE JULHO DE 2013

TELEXFREE URGENTE: LIMINAR DEVE CAIR A QUALQUER MOMENTO!



 

Telexfree divulga nota que garante ressarcimento aos investidores!!

 

 
 
  Empresa diz que disponibiliza mais de R$ 659 milhões para ressarcimento. Pedido foi protocolado ao Juízo da 2ª Vara Cível de Rio Branco.

 

Telexfree divulga nota que garante ressarcimento aos investidores

 

 Com bens e valores bloqueados e impedida de operar em todo o Brasil desde o dia 18 de junho por decisão da Justiça do Acre, a empresa Telexfree divulgou neste sábado (20), uma nota de esclarecimento onde informa o oferecimento de garantias financeiras no valor de mais de R$ 659 milhões ao Juízo da 2ª Vara Cível de Rio Branco na tentativa de desbloquear suas contas e recomeçar as operações e como forma degarantir o ressarcimento dos investidores.

 
 
A empresa aguarda uma resposta do Judiciário acreano sobre o pedido, que ainda não foi aceito, segundo a nota, porque na semana em que foi protocolado 'todos os juízes das cinco varas cíveis de Rio Branco encontravam-se de férias, e a magistrada substituta vive na cidade de Manoel Urbano, comarca 226 Km distante de Rio Branco'.
 
 
A Telexfree e seus divulgadores estão aguardando também o julgamento do mérito do recurso interposto pela empresa, que deve acontecer, segundo o advogado que defende a empresa no Acre, Roberto Duarte, 'provavelmente' no próximo dia 29. Ele afirma que mais detalhes sobre o pedido, para dispor a garantia financeira, poderiam ser conhecidos a partir da próxima semana.
 
 
"Na segunda-feira posso dar mais detalhes. A nota de esclarecimento é bem clara nesse sentido. Não tenho como dar maiores informações nesse momento", limitou-se a comentar a defesa.
 
 
De acordo com a nota, em seu último parágrafo, 'a Telexfree está se defendendo de forma vigorosa perante o Poder Judiciário do Acre e confia plenamente na Justiça brasileira que certamente reparará uma das decisões judiciais mais danosas da história do empreendedorismo brasileiro'.



 

 

 

 

TELEXFREE NOTICIAS!!

 

Carreata reúne em Natal divulgadores Telexfree e de outras

empresas MMN

Cerca de 150 veículos foram do Alecrim a Ponta Negra neste sábado (20).
Grupo fez buzinaço e pediu leis que regulamentem o marketing multinível.

 
Carreata percorreu a BR-101 (Foto: Ranyere Damasceno)Carreata saiu do Alecrim e cruzou a cidade até o bairro de Ponta Negra (Foto: Ranyere Damasceno)

Dezenas de pessoas que apostaram dinheiro nas chamadas empresas de marketing multinível (MMN) saíram em carreata por várias ruas e avenidas de Natal na tarde deste sábado (20) para pedir a criação de leis que regulamentem a atividade. Segundo a estimativa de organizadores, que em sua maioria são divulgadores da Telexfree no estado, cerca de 150 carros participaram do manifesto. A carreata saiu do Alecrim, na zona Leste da capital, e cruzou a cidade até o bairro de Ponta Negra, na zona Sul.



Durante o percurso, o grupo fez um buzinaço. Participaram também pessoas que investiram na BBom, Priples, NNex e Multiclick. “Queremos sensibilizar a nossa classe política para a necessidade de se regulamentar os negócios de marketing multinível. Este é o nosso objetivo", disse o jovem empresário Victor Noé, que é divulgador da Telexfree em Natal e um dos responsáveis pela organização do evento. "Próximos virão", acrescentou.

Para a primeira semana de agosto, com o fim do recesso legislativo, Noé afirmou que está prevista uma audiência pública na Câmara Municipal de Natal com a proposta de se debater a situação das empresas de MMN que atuam na capital potiguar. O mesmo deve acontecer na Assembleia Legislativa, mas com data ainda a ser agendada.


Empresas de marketing multinível fazem carreata em Natal (Foto: Ranyere Damasceno) 
Empresas de marketing multinível se uniram para
pedir a regulamentação (Foto: Divulgação)

Decisões recentes de juízes do Acre e de Goiás, bloquearam as contas da Telexfree e da BBom. As determinações valem para todo o país e impedem que as duas empresas paguem a seus divulgadores ou aceitem novos cadastros.

No Rio Grande do Norte, a Promotoria de Defesa do Consumidor instaurou inquéritos civis contra seis empresas do ramo. Além da Telexfree e da BBom, também são investigadas a NNex, Multiclick, Priples e Cidiz. Todas, segundo o Ministério Público, são suspeitas de criar pirâmides financeiras – modelo comercial previsivelmente não-sustentável que depende basicamente do recrutamento progressivo de outras pessoas. As empresas negam e alegam legalidade.

                

 

TELEXFREE NOTICIAS !!


Em Brasilia divulgadores da Telexfree fazem protestos:

 


Brasília: atuando no Brasil desde março de 2012, a Telexfree vende planos de minutos de telefonia voz sobre protocolo de internet (VoIP), que permitem ligações ilimitadas para 41 países por US$ 49 mensais.

 

Brasília - Franqueados da empresa norte-americana TelexFREE fizeram uma manifestação, ontem (20), na capital, contra a decisão da Justiça do Acre que suspendeu as atividades da companhia no Brasil. Segundo a Polícia Militar, cerca de 400 pessoas interditaram duas faixas do Eixo Monumental no trajeto do Estádio Nacional Mané Garrincha até a Praça dos Três Poderes.

Nesta segunda-feira, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou o pedido de reconsideração dos advogados de defesa da TelexFREE. O tribunal informou, por nota, que a decisão foi tomada pela unanimidade dos magistrados. Os manifestantes reclamam que estão sem poder receber por trabalhos prestados para a empresa Ympactus Comercial LTDA, responsável pelas atividades da TelexFREE no Brasil, desde a decisão da juíza Thais Borges, no dia 18 de junho.

 

 

Atuando no Brasil desde março de 2012, a TelexFREE vende planos de minutos de telefonia voz sobre protocolo de internet (VoIP), que permitem ligações ilimitadas para 41 países por US$ 49 mensais. A companhia é suspeita de praticar o esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular o que foi reforçado pelos magistrados do Tribunal de Justiça na decisão desta segunda-feira.

“Estamos impossibilitados de receber o nosso dinheiro porque a Justiça não deixa pagar”, criticou o organizador do movimento, Junior Multinível. Segundo ele, cerca de 1,5 milhão de pessoas, em vários estados, que têm franquia da empresa, estão sendo prejudicados.

“Todos que trabalham para a TelexFREE estão satisfeitos, só queremos o direito de trabalhar”, apelou o franqueado da multinacional Denis Gonçalves. “Não somos empregados da TelexFREE, somos divulgadores”, disse Ademir Alves dos Reis, que também tem uma franquia da empresa norte-americana.